Talvez desta vez sejamos capazes de eleger uma liderança que trabalhe para o bem do país, não para o seu próprio bem. A qualidade dos novos líderes vai determinar se vamos aderir à União Europeia em cinco anos, dez anos ou nunca.”

Palavras de Muharem Spahic, economista de 54 anos, em Sarajevo, na Bósnia-Herzegovina, depois de ter votado esta manhã nas eleições gerais (presidenciais e parlamentares).

Com este escrutínio o país poderá ser governado sem supervisão internacional pela primeira vez, desde o final da guerra, há 11 anos. Isto se os líderes eleitos se mostrarem capazes de acalmar as dissidências internas e aplicar as reformas necessárias para aproximar o país da União Europeia, avisou a administração que controla o Governo nacional. Cerca de 2 milhões e 700 mil eleitores decidem hoje o futuro político do país.

COORDENADAS ÚTEIS:

The Associated Press (in International Herald Tribune)

Euronews

CNN