O escritor turco Orhan Pamuk, que critica a negação do genocídio arménio por parte da Turquia, recebeu hoje o prémio Nobel da Literatura.

O genocídio remonta ao período da Primeira Guerra Mundial. Cerca de 1 milhão e 500 mil arménios terão sido deportados e assassinados pelo Império Otomano, que seria desmantelado em 1920 (dois anos depois da criação da Arménia).

Tabu na Turquia, o assunto tem sido insistentemente recordado pelo novo Nobel da Literatura.

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