O primeiro-ministro checo Mirek Topolanek garantiu que o seu país não vai bloquear o processo de decisão para a reforma institucional da União Europeia, que amanhã e sexta feira se discute em Bruxelas. Numa reunião com a chanceler Merkel hoje em Berlim, Topolanek disse acreditar que será possível conseguir um consenso, e que apenas rejeitaria o modelo anterior de Constituição ou situações de excepção injustas.
A República Checa dá assim luz verde ao Tratado Constitucional Europeu, cujo sistema de voto tem criticado. Uma posição que isola a Polónia, firme na defesa de um cálculo diferente na divisão dos votos e na necessidade de revisão das duplas maiorias (A dupla maioria estipula que uma decisão só é aprovada por maioria qualificada quando 55% dos estados, com um equivalente de 65% da população, votam a favor). Segundo o estado polaco, este é um mecanismo que beneficia países grandes como a Alemanha.
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