É este o número estimado de lobistas em Bruxelas, pessoas que trabalham para diferentes organizações, desde ONG, associações profissionais ou comerciais, câmaras de comércio, sindicatos, empresas, regiões, cidades e organizações intergovernamentais, em defesa das suas causas.

Alguns cálculos alargam o número até aos 20 mil. Segundo o Comissário Kallas, na periferia logística das instituições, existem cerca de 2600 grupos de interesses. Número refutado pelo académico Justin Greenwood, que o reduz para menos de 1500.

Nos últimos anos, as instituções europeias têm procurado tornar mais transparente esta actividade legítima, necessária pelos seus contributos, mas que comporta perigos de contrapartidas ou troca de interesses, se feita nos corredores mais escuros do poder.

Fontes: Parlamento Europeu