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“We will do whatever is necessary to fight this organization. I want to give the message that if our friends don’t help us, we will do the job ourselves.”
Ministro dos Negócios estrangeiros turco, Abdullah Gul, à Newsweek, em resposta à pergunta: “So, would Turkey invade northern Iraq to bring the PKK under control?”. Gul garante que caso os curdos iraquianos não travem a acção da organização terrorista PKK, a Turquia poderá tomar o assunto em mãos. O PKK será um dos temas em agenda para a reunião desta semana entre o presidente norte-americano, George W. Bush e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan.
Toda a entrevista em “Whatever is necessary“, no site da Newsweek.
“Talvez desta vez sejamos capazes de eleger uma liderança que trabalhe para o bem do país, não para o seu próprio bem. A qualidade dos novos líderes vai determinar se vamos aderir à União Europeia em cinco anos, dez anos ou nunca.”
Palavras de Muharem Spahic, economista de 54 anos, em Sarajevo, na Bósnia-Herzegovina, depois de ter votado esta manhã nas eleições gerais (presidenciais e parlamentares).
Com este escrutínio o país poderá ser governado sem supervisão internacional pela primeira vez, desde o final da guerra, há 11 anos. Isto se os líderes eleitos se mostrarem capazes de acalmar as dissidências internas e aplicar as reformas necessárias para aproximar o país da União Europeia, avisou a administração que controla o Governo nacional. Cerca de 2 milhões e 700 mil eleitores decidem hoje o futuro político do país.
COORDENADAS ÚTEIS:
“We already have one reflection period, for the constitution. It would be a huge set-back for Europe to launch another one for enlargement. In practice this would mean shutting the door in Croatia’s face, even though it is a deserving candidate”
Matti Vanhanen, primeiro-ministro finlandês e actual presidente do Conselho da UE, depois de o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ter dito que futuros alargamentos dependeriam da capacidade de absorção da União Europeia e do sucesso das reformas insititucionais em curso – nomeadamente da resolução do imbróglio do Tratado Constitucional.
“We do not recognize this referendum. Yesterday will not change anything. This so-called referendum is a political farce.”
Andrei Stratan, ministro dos negócios estrangeiros moldavo, desacreditando os resultados do referendo deste fim-de-semana na região separatista Trans-Dniester. Segundo os organizadores do referendo, uma maioria esmagadora (97,1 por cento) votou a favor de uma eventual adesão à Rússia, rejeitando pertencer à Moldávia. Autoridades romenas desvalorizaram também este resultado.
Ao contrário do que sucede nas restantes regiões da Moldávia, onde o romeno é a língua predominante (a Moldávia fez parte da Roménia até 1940), os habitantes de Trans-Dniester são russófonos e identificam-se com a Rússia.
COORDENADAS ÚTEIS:
Moldpres (State News Agency)
“I am impressed by the work Croatia has made on its way to EU membership. There is still much to be done, but I am convinced that a strong political will exists and I am looking forward to welcome Croatia as 28th member of the Union”.
Anders Fogh Rasmussen, primeiro-ministro da Dinamarca, hoje, em Zagreb, depois de se ter encontrado com o homólogo croata, Ivo Sanader.
FONTE: Makfax (Macedónia)
“As crianças têm de aprender na escola a história da religião e a cultura das religiões”
Andrei Fursenko, ministro da Educação da Rússia, que elogia assim a recente decisão, tomada em 4 regiões (Belgorod, Bryansk, Kaluga e Smolensk), de tornar obrigatório o ensino da religião cristã ortodoxa nas escolas; em outras 11 regiões, a disciplina será facultativa. Os apoiantes da decisão argumentam que os valores espirituais da Rússias são, deste modo, salvaguardados, enquanto que os críticos acusam a medida de violar os fundamentos de um Estado secular.
FONTE: BBC
“I refuse to let some bunch of half-crazy people damage Slovakia’s good name around the world.”
Robert Fico, primeiro-ministro da Eslováquia, louvando a prisão de elementos do grupo fascista Pospolitost, que tentavam boicotar a celebração do 62º aniversário do Slovak National Uprising (um movimento de resistência da Segunda Guerra Mundial). Robert Fico, de centro-esquerda, mas cuja coligação que lidera incorpora um partido de extrema-direita, responde desta forma ao Governo da Hungria – Budapeste pedia ontem uma posição forte do Executivo eslovaco face aos crimes étnicos cometidos contra húngaros na Eslováquia.
FONTE: Slovak Spectator (Eslováquia)
“Hungarians in Slovakia have recently been encountering expressions of hostility that are impossible not to connect with the fact that forces promoting xenophobic and anti-minority opinions have become part of the Slovak government”
László Szoke, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros da Hungria, referindo-se à presença do Partido Nacional Eslovaco (SNS), de extrema-direita, no Governo de Robert Fico.
FONTE: Slovak Spectator (Eslováquia)
“A Itália precisa de uma mudança geracional em cada sector e precisamos de gestores mais novos”
Franco Marini, presidente do Senado de Itália
FONTE: Agencia Giornalistica Italia
“I am hopeful for Azerbaijan’s future EU membership and its full integration into Europe“.
Janez Drnovseki, presidente da Eslovénia, durante um encontro com o presidente do Azerbeijão, Ilham Aliyev. A Eslovénia assume a presidência da União Europeia no primeiro semestre de 2008.
FONTE: Baku today (Azerbeijão)
“Os crimes étnicos cometidos na Rússia não podem ser vistos como uma atitude de toda a população russa contra os armenos”
Ruben Tovmassyan, Primeiro-Secretário do Comité Central do Partido Comunista da Arménia. Desde o início do ano, dez armenos foram assassinados na Rússia.
Fonte: Agência Regnum (Rússia)
“Europe must know this and it must feel safe – we will not be siphoning the European gas from the pipeline in winter. We have enough gas, pumped into our gas storage facilities.“
Viktor Yanukovych, primeiro-ministro da Ucrânia.
FONTE: Interfax (Rússia)
“É absolutamente escandaloso ainda não terem sido apanhados [Ratko Mladic e Radovan Karadzic]. A Sérvia é perfeitamente capaz de os prender, mas tem-se recusado a fazê-lo”.
Carla del Ponte, procuradora do Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia, durante um julgamento de sete sérvios acusados de estarem envolvidos no massacre de Srebrenica, em 1995.
Fonte: TSF
“Los Estados continúan utilizando toda su maquinaria represiva contra los pilares que nos convierten en un pueblo. Hay que levantar todos esos límites que hoy en día se imponen a Euskal Herria para llegar a una verdadera situación democrática. Esas son las cadenas de subordinación que hemos de soltar los ciudadanos vascos.”
Comunicado da ETA, entregue ao “Gara” – canal que habitualmente divulga as reivindicações etarras. O grupo acusa o governo do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e o partido no poder no País Basco, o Partido Nacionalista Basco (PNV), de estarem a esvaziar o conteúdo do processo de paz. Perante o que designa de uma “atitude mesquinha dos partidos políticos”, a ETA avança que se está “numa situação de crise evidente” e ameaça regressar à violência “se continuarem os ataques contra o Euskal Herria”.
“European countries attacked Kosovo and killed ten thousand civilians. Ten thousand! And none of these countries had to suffer a single rocket [attack] beforehand. I am not saying it was wrong to intervene in Kosovo, but please – do not preach to us about the treatment of civilians“.
Ehud Olmert, primeiro-ministro israelita, contestando as críticas feitas pela Europa ao governo israelita por causar baixas civis entre os libaneses, na guerra contra o Hezbollah.
FONTE: Eu.observer
“Pour le moment, on considère que cette réunion est prématurée parce que les conditions du déploiement de la force, à savoir la cessation immédiate des hostilités et l’accord politique, ne sont pas réunies.“
Fonte diplomática francesa, afirmando que a França não vai participar amanhã na reunião de países que poderão integrar uma força futura de intervenção no Líbano. A França defendeu já ontem, em reunião de Ministros dos Negócios Estrageiros dos Estados-membros da União Europeia, que não faz sentido enviar uma força internacional para o Líbano sem haver cessar-fogo e sem estar definido um acordo político.
COORDENADAS ÚTEIS:
“Perante novas incertezas e inseguranças, por carência de visão e de estratégia, por ausência de vontade política e porventura – há quem o refira – por falta de uma liderança forte, a União Europeia ainda não conseguiu abrir caminho para um novo patamar de integração. Esta é a única via, a meu ver, para compensar, por um lado, as ondas de choque do recente alargamento e, por outro, de se dotar de instrumentos – na acepção muito genérica de quadro jurídico, político e institucional – que lhe permitam responder com políticas adequadas e eficazes aos múltiplos problemas com que se confronta.”
Jorge Sampaio, ex-presidente da República (1995-2005), embaixador da ONU na luta contra a tuberculose, na Palestra General Câmara Pina, sob o tema “A Integração Europeia de Portugal, 20 Anos Depois”. A palestra decorreu ontem, no Instituto de Defesa Nacional.
“I am dismayed at the Israeli attack on a United Nations base in southern Lebanon, in which four international UN observers died. Ever since the conflict began, we have demanded that the parties stop using violence and solve the crisis by diplomatic means – the escalation of violence that we are seeing is unacceptable. The violence in the region must come to an end and the international community must persuade the parties to show self-control and take their responsibility.”
Carin Jämtin, ministra da Cooperação da Suécia, condena os ataques israelitas ao Líbano, que provocaram a morte de quatro observadores das Nações Unidas. Num comunicado conjunto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a ministra apela ao fim da violência armada de parte a parte.
FONTE: Governo da Suécia
“Belgrade was willing to give everything but independence and Pristina wanted nothing but independence”
Martti Ahtisaari, enviado especial da ONU, após as primeiras conversações desde 1999 sobre o estatuto do Kosovo. Líderes albaneses e sérvios não conseguiram superar as divergências que os separam.
Fonte: BBC
“The will for independence cannot be ignored or negotiated away in talks.”
Fatmir Sejdiu, Presidente do Kosovo, sobre a vontade de independência face à Sérvia. A exigência é feita na primeira reunião negocial desde que as forças da NATO afastaram as forças sérvias da província em 1999.
FONTE: Reuters.com

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